quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

I - Introdução













Madamme Mmey é uma tentativa de reencontrar o eu perdido no tempo.
A gente nasce, cresce e aprende a conviver em sociedade, moldando uma nova personalidade. Sou da opinião de que cada indivíduo é dois: um com sua verdadeira essência e outro em mutante transformação.
O primeiro está sempre conosco e permanece inalterado, já o outro vai mudando conforme o espaço e tempo no qual se encontra.
Somos um quando estudantes, quando marido ou esposa, namorados ou amantes, profissionais ou simples cidadãos. Nos adaptamos ao meio, cedendo ou não às exigências que nos são impostas. Meigos ou possessivos, compreensivos ou irracionais, amigos ou algozes.
A vida nos dá essa possibilidade, de ir mudando e nos adaptando para um melhor convívio, mas o nosso verdadeiro eu, o de nossa essência, com nossas características natas, esse permanece imutável e a sete chaves.
Dizem que o homem vive a procura de um parceiro ideal. Eu afirmo que esse parceiro é o que melhor aceita nosso verdadeiro eu, aquele para o qual não precisemos fingir ou nos adaptar. Nossa alma gêmea talvez seja a que nos veja como realmente somos e nos ame a partir daí. Não sei se existe, mas sei que é essa a busca de todo ser vivente.
Aqui nesse blog vou me permitir ser eu mesma, compartilhar meus sonhos e desejos mais secretos, minhas qualidades e defeitos, minhas opiniões, anseios, por mais escrabosos ou monstruosos que possam parecer, aqui os depositarei.
Madamme Mmey é a minha busca pela alma perdida nos caminhos dessa existência maldita, ou bendita, não sei ainda.




Mmey



(foto:www.meionorte.com/josefortes,fantasias-ajudam-a-criar-um-clima-sensual,92181.html)

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